O ano de 2017: retrospetiva

Olá!

Antes de mais queria pedir-vos desculpa por não ter havido nenhum post na terça-feira passada, dia 26, mas espero que com este eu consiga recompensar-vos!

Hoje irei falar-vos sobre o meu ano de 2017. Não irei falar e descrever situações ao pormenor, por questões de privacidade, mas irei falar supreficialmente sobre essas situações e o que elas me mostraram e ensinaram.


Em todos os finais de ano, eu tenho tendência para fazer uma retrospetica desse mesmo ano que passou. Acabamos por perceber se realmente foi um bom ano ou se foi um ano para esquecer.

Eu, ao fazer esta retrospetiva, concluí que este não foi um bom ano para mim, quer a nível pessoal, quer a nível de “carreira”. Foi um ano com alguns pontos altos, mas também um ano com muitos pontos baixos. Os baixos sem dúvida que superaram os altos. Com isto não digo que foram muitos os acontecimentos maus/negativos, mas sim a intensidade dos mesmos foi tão alta que superou os acontecimentos positivos e bons.

Este ano concluí o 12º ano. Fiquei muito feliz por o ter terminado e também por o ter acabado com uma boa média.                                                                                                              O 12º ano foi um ano bastante complicado, mas ao mesmo tempo bom e enriquecedor.      No geral, foi o ano do ensino secundário em que mais trabalhei e estudei. Precisava de aumentar as minhas notas e a média. De facto, consegui cumprir esse objetivo, mas muitas vezes sentia-me injustiçada, porque sentia que às vezes o meu trabalho e esforço não eram recompensados devidamente. Eu estava realmente cansada e queria que o ano acabasse o mais rápido possível. Hoje em dia, percebo que a Sara daquela altura, não tinha noção das saudades que iria ter das amizades que criou e aprofundou no ensino secundário. É verdade! A Sara do presente tem muitas saudades das amigas de secundário; Tem saudades dos furos que passava com as amigas no café ao lado da escola; Tem saudades dos almoços em casa das amigas; Tem saudades das conversas e dos risos; Tem saudade do esparguete à bolonhesa e do bolo de cenoura que a amiga faz.  Foram estes momentos que marcaram o meu 12º ano.                                                            Sei que houve muitos risos, mas também muitas lágrimas, mas como disse no post anterior, foram estes momentos que moldaram a pessoa que sou hoje!

O verão tinha chegado e consigo trouxe a época dos exames.                                                Não é uma época que os alunos apreciem propriamente, mas infelizmente todos nós tínhamos de fazer os exames nacionais.                                                                                            Tínhamos relativamente 2/3 semanas para estudar matéria de 3 anos. Hoje percebo que é impossível estudarmos tudo muito bem, num curto espaço de tempo. É ridículo.              Fiz os exames, mas mais uma vez a sorte não esteve a meu lado. Os valores das minhas notas estavam longe do que eu imaginara que iria ter. Fiquei muito triste, porque parecia que todo um ano de esforço e trabalho tinha sido deitado ao lixo. Estas notas acabaram por influenciar negativamente a minha entrada na faculdade e por isso, não consegui entrar no curso que realmente queria.                                                                            Foi uma fase bastante má na minha vida. Eu não estava à espera que acontecesse e isso deitou-me muito abaixo. Um acontecimento mau levou a outros acontecimentos maus. Esta fase, foi sem dúvida a pior do ano. Hoje, ainda estou a recuperar dessa fase. Ainda estou a apanhar pedacinhos de mim do chão.

Gosto de pensar que tudo pelo qual nós passá-mos, um dia vai nos servir para algo. Temos de ser gratos por tudo aquilo que aconteceu neste ano que passou, porque esses acontecimentos trouxeram-nos para este exato momento. Onde estamos é onde nós estamos destinados a estar.

Hoje, posso afirmar que sou uma pessoa completamente diferente daquela que era há um ano atrás. Cresci e aprendi. Aprendi essencialmente lições, que estas situações mais negativas e tristes me deram. E com essas lições eu pude crescer.                                              Sou uma pessoa que olha para o mundo de outra forma; Sou uma pessoa que se coloca mais facilmente no lugar dos outros; Consigo compreender mais facilmente a dor do outro; Sinto que este crescimento trouxe mais maturidade; Acredito que algo melhor ainda está para acontecer comigo; Tenho ainda mais fé. Acredito que há um Deus que olha por mim e que me protege todos dias da minha vida.

“E a vida é feita por muitas fases, as boas e as más; as que vencemos, as que perdemos; as bonitas, as realistas. Um dia todas elas terminam, e o mais importante é guardarmos o que foi bom e esquecermos o que não foi, e aprendermos com cada uma delas. Vive sempre aprendendo!”

                                                                                                                    – Damaris Ester Dalmas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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2 Comments Add yours

  1. Boa! Minha querida Sara! Devemos viver a nossa vida em cada dia, com os olhos postos num futuro glorioso. Os dias passados serviram para nos fortalecer mesmo quando nos magoaram! E temos sim, um Deus que nos ama, nos protege do pior que possamos imaginar e que, imagina tu, sofre quando nós sofremos! Não estamos sós! Não estás só! E além desse Deus, tens-me a mim que não sou nada comparado com Ele, mas também O conheço e posso (quero) ajudar-te em tudo o que precisares e estiver ao meu alcance! XOXO

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